domingo, 9 de julho de 2017

Sobre kalanchoes e resiliência

Sou uma observadora apaixonada pela natureza. Suas cores, seus ciclos. Seguidamente paro a contemplar suas manifestações e fotografar. E percebo que com ela aprendo muito sobre Tempo. Aprendo muito às vezes em meu próprio quintal. Tenho um carinho especial por uma florzinha muito comum, a kalanchoe. Há cerca de dois anos estou cultivandoalgumas em minha casa. Ganhei de presente, plantei. Elas parecias ter morrido, mas com paciência e dedicação, voltaram a florir. Hoje, mais uma vez, encontro com elas. Depois de um período de seca, estão novamente em flor... Lindas.

Essas simples flores me ensinam que assim é a vida. Feita de ciclos. Períodos de deserto, onde parece não haver mais nada a nos alimentar para dias bonitos. Mas eis que resistimos. E o tempo de florescer retorna. Porque são os ciclos da existência. Quando entendemos isso, que somos parte desta mágica Universal que é a vida e que os dias de seca, os de inundação, os de frio demasiado e também os de sol fazem parte... Nos conectamos com nossa força maior, a resiliência. Por fora, muitas vezes, seca planta, por dentro ainda seiva de coragem e esperança para aguardar os dias melhores, porque certamente eles voltarão ao nosso jardim.


Vivi dias tensos ultimamente. Não estava enxergando beleza nem sentido nas provações vividas. Mas sabem? Que bom que faz algum tempo já aprendi: a vida pode ser mais do que isso. E é. Então confio, sabendo a força e o valor de minhas raízes. E tal como a kalanchoe me sinto pronta para florescer mais uma vez.

Para essa semana que já vai começar, é isso que quero te lembrar: mesmo quando tudo na tua vida parecer sem perspectiva, resiste, aguarda, confia. Tenha certeza que tuas melhores sementes te retornarão em belas flores, em saborosos frutos. E nem se trata de otimismo, viu? É a lei da natureza. Dias de estiagem, dias de colheita. E, invariavelmente, os melhores dias também vão chegar.

Desejo uma semana muito feliz a cada um, onde se possa especialmente cultivar a certeza de que nosso destino é ser feliz. E nada vai impedir isso.

Um beijo,
Cláudia

domingo, 2 de julho de 2017

Mindset: comanda o teu e conquiste o mundo!

Nos posts sobre os novos hábitos que estão me levando a um estilo de vida muito mais saudável, uso a hashtag #mindset. Porque realmente, de tudo que conduz minha vida, é o mindset a mudança mais profunda. 

Mindset é nossa atitude mental, como organizamos nosso pensamento e reagimos às experiências pelas quais passamos. E todos os caminhos realmente significativos de quem busca fazer da sua existência uma experiência realmente evolutiva passa pelo mindset. Terapias, cursos, ferramentas, autoconhecimento. Todos te levam a organizar o teu comportamento mental. Sempre compartilho que falo com propriedade. De quem venceu uma depressão profunda. De quem resgatou a autoestima, depois de mais de uma década de opressão. De quem retomou a carreira interrompida por sete longos anos. De quem está deixando para trás uma vida inteira de obesidade e sedentarismo. O que aconteceu para toda essa guinada? 

Eu mudei a minha atitude mental frente ao que me acontece. Decidi encarar tudo pelo lado positivo, com gratidão pela oportunidade de crescimento que cada dificuldade me proporcionou. Decidi que sou mais forte e que não são as experiências negativas do passado que vão determinar meu presente ou futuro. Entendi o tamanho imenso da minha responsabilidade diante de tudo que almejo conquistar. Aquilo que eu quiser verdadeiramente, que me esforçar para, eu vou conseguir! 

Isso não significa viver um mar de rosas. Como é sabido, quanto maior a consciência, maior a responsabilidade. Talvez por isso, tantas pessoas tenham medo deste caminho de autoconhecimento e empoderamento. Significa uma vida com tantas dificuldades como sempre. Mas com a certeza de que em mim, concentro todas as capacidades de superá-las. 


Hoje eu te convido a mudar teu mindset. Exercita, nessa semana que está iniciando, toda a tua potencialidade de ser feliz. Não estou falando de viradas fenomenais, mas de pequenas decisões que na soma, vão te levar longe. Comanda teu mindset, assume as rédeas do teu destino, determina aonde deseja chegar, o que queres conquistar. Quando tu escolheres ter o poder sobre tua própria vida, nada nem ninguém vai te limitar! Experimenta!

Linda e produtiva semana!
Um beijo,
Cláudia

domingo, 25 de junho de 2017

Um post ao acaso


Hoje não tem post porque tirei o domingo para estudar uma nova palestra que fui convidada a apresentar amanhã. Tenho textos "no forno", mas não consegui arrematá-los ao meu gosto e objetivo.

Como me ensinou minha amada Coach Marina Mottin , sempre que se quiser equilibrar muitos pratos, um deles há de cair no chão. Em minha vida real de mãe, profissional, dona de casa e de quem busca cuidar disso tudo, mais de sua vida pessoal e social, hoje não deu tempo pro Meus Frutos.

Aqui. Porque o que tenho feito na vida é justamente seguir plantando uma sementinha aqui, outra lá e aos poucos elas vão frutificando. Essa palestra de amanhã nasce da palestra Ser Mãe é Sempre Especial, criada a convite do Projeto Borboletas, mas tem uma fala que vai além, para mulheres em situação de vulnerabilidade social.


Isto é o que mais gosto de fazer na vida. Falar para as pessoas, especialmente para as mulheres. Falar que a gente dá conta, sim, por maiores que sejam nossos desafios diários. Mas que pra isso a gente deve e pode e merece se colocar em primeiro lugar. Que a gente pode mudar nosso jeito de pensar e - na carona - mudar nosso jeito de agir e toda a nossa vida. Amanhã eu vou fazer isso mais uma vez. Então, será um fruto meu, compartilhado com meu próximo.

Daí que minha justificativa já virou post (hehehe) e o que eu desejo pra tua nova semana é que tu possas sentir essa alegria que sinto hoje, de correr atrás dos teus sonhos, do que te acelera o coração e te dá a inexplicável e maravilhosa sensação de ser a resposta para aquela pergunta: o que eu vim fazer no mundo? Sucesso pra nós!


Um beijo,
Cláudia

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Apologia à felicidade

Tenho compartilhado nas redes sociais meus novos hábitos de vida que estão resultando num processo de emagrecimento. E recebi algumas críticas, pois afinal sempre tive sobrepeso em minha vida adulta, chegando, inclusive, a ter obesidade mórbida. Com meu 1,62m de altura, já cheguei a pesar 116 quilos. Já fiz dietas restritivas e elas sempre funcionaram. Temporariamente. Desta vez, movida inicialmente por questões de saúde, mas na carona de uma nova forma de me ver e estabelecer novas prioridades – nas quais, eu me incluo – resolvi que ia mudar o estilo de vida. 

Então recebo algumas mensagens dizendo que virei a fit-chata e que agora só faço apologia à dieta e atividade física. Não é isso de que se trata. Se trata em fazer apologia à felicidade! Admiro sinceramente as pessoas que são felizes independente de sua forma física. A elas, meus parabéns! Mas a mim, o sobrepeso sempre foi um incômodo. Que me travava e fazia eu me sentir inferiorizada. Longo e árduo foi o caminho para que eu aprendesse a valorar o meu conteúdo. Fui aprendendo. Mas a forma, seguia me incomodando. Aos poucos, fui aceitando-a (e exatamente, como já falei de aceitação); quando me aceitei como era, fiquei pronta para mudar. 


A pessoa que sou hoje é uma pessoa que se ama cada vez mais. A ponto de priorizar numa agenda super corrida de mãe e profissional, os horários da academia. A ponto de usar a culinária, sempre vista como expressão de amor, para criar comidinhas saudáveis e saborosas nem que seja somente para mim mesma. Estou encantada, conhecendo músculos que não sabia possuir e superando os limites do meu próprio corpo. Redescobrindo sabores de uma alimentação cada vez mais natural. Fazendo apologia não de minhas novas escolhas especificamente, mas de cada um buscar aquilo que lhe faz sentir melhor, mais conectado com a vida! E que sempre é possível! 

Eu me redescubro e redescubro o caminho de ser feliz por mim e comigo. Sempre reforço: as mudanças visuais são apenas o reflexo de quem, com muito esforço, com muitas lições colhidas - algumas com dor, cada vez mais se aproxima de quem quer ser, de quem nasceu pra ser: uma mulher em equilíbrio, em paz e feliz.

domingo, 18 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Ação

Então, chegamos ao fim da nossa série sobre 5 atitudes para virar o jogo. Para sair daquela situação que não queremos mais, que nos é desconfortável, que nos traz frustração ou infelicidade. Ou para ir adiante e buscar mais para nossas vidas. Uma mudança de emprego, de relacionamento, de cidade ou adotar um novo estilo de vida que, num primeiro momento, parece que não é pra nós. Mas a gente sabe que é possível virar o jogo! Quando aceitamos a situação para analisar melhor suas possibilidades; quando planejamos o caminho para mudar; acreditando que temos capacidade de chegar onde desejamos e convertendo os momentos de desafio em força propulsora. Então, o que falta?

AGIR. Arregaçar as mangas e fazer acontecer! As melhores teorias do mundo se tornam vazias se não postas em prática. Todos os passos até aqui foram pra te fortalecer e lembrar da tua imensa capacidade de fazer o que quiser da tua vida! De deixar pra trás o que não te serve mais e ir buscar o que deseja, o que te faz feliz, o que vibra teu coração! Não é a toa o dito que se mudamos a nós mesmos, podemos mudar o mundo. Pois o mundo tá aí fora, sedento pela tua atitude corajosa de jogar o medo, a procrastinação e as convenções para o alto e lutar para ser aquela pessoa que tu desejas, que tu estás destinada a ser. Principalmente feliz e realizada com suas escolhas. Sabendo que no meio do caminho, é possível mudar de ideia e virar o jogo tantas vezes quantas teu coração mandar. Não por receio de não dar conta, mas porque somos seres em transformação e o autoconhecimento sempre pode nos apontar novos caminhos.



Amanhã começa uma nova semana e eu te pergunto: o que tu poderias fazer agora, pra dar um passo adiante e mudar a tua vida dentro daquilo que tu sonha pra ti? Não espera a segunda-feira, começa hoje, revê os passos, olha em que estágio tu estás e VAI! É bem possível que, ao longo de nossas existências, desejemos virar o jogo várias e várias vezes. Eu quero te lembrar que tu podes, que tu tens capacidade e que quanto mais tu souberes disso, maior as chances de tu saíres campeão em todas as tuas investidas.

Te desejo uma semana vitoriosa!
Um beijo,

Cláudia

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Cuide da tua frequência vibracional

Tenho observado como é cada vez mais comum as pessoas cultivarem a reclamação. Como estão se tornando dramáticas com situações cotidianas. Reclamam de absolutamente tudo! E o pior é que não percebem que, muito mais do que se tornarem chatas aos olhos das outras, com essa atitude pioram todo o entorno de suas próprias vidas.
É reclamação porque acordou cedo. Reclamação porque está frio, porque está quente. Porque está cansada de sua rotina com os filhos. Porque um imprevisto gerou um gasto inesperado. Porque a casa está bagunçada. Porque o trabalho está chato. Porque recebeu uma visita inesperada! Gosh!

Meu convite, pelo teu bem é: pare de exercer a reclamação constante e a troque pela gratidão diária! Normalmente a gente reclama do que tem! Então, não reclame: agradeça! É real o dito que existem milhares de pessoas dispostas a trocar de lugar contigo. Mesmo que tu não consigas perceber. Agradeça acordar, simplesmente! Seja grata pela natureza, pelos filhos que gerou, por ter como – de um jeito ou de outro – arcar com as despesas não planejadas. Seja grato por ter uma casa, um emprego, pessoas que te procuram.

Quem reclama, baixa constantemente sua frequência vibracional. Vibra no negativo. E aí, não tem como atrair coisas boas para si. Ao contrário da Lei física de Coulomb, em que os opostos se atraem, quando falamos de energia, aplicamos os princípios da Mecânica Quantica. Reclamação gera mais motivos de reclamação. Gratidão gera oportunidades contínuas de agradecer ainda mais. Quando a gente despende tempo e energia para olhar para o que não está bom, colocamos o ruim no foco, damos poder e força a ele.


E como se eleva a frequência vibracional? Fazendo boas escolhas físicas, mentais e emocionais. Cuidando do teu corpo, se alimentando bem, descansando, cultivando bons pensamentos, lendo bons textos, ouvindo música de qualidade – já tentou relaxar com mantras? Negativismo atrai mais negativismo. Já quando se olha a vida e mesmo o cotidiano e seus desafios diários, com alegria e gratidão, atraímos situações coerentes com nossos sentimentos.

Como sempre, as escolhas são tuas. Viver chamando a atenção para si e seus infinitos dramas cotidianos ou escolher a consciência de ser feliz e grato por cada momento vivido?

domingo, 11 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Conversão

Hoje chegamos à quarta atitude para virar o jogo. Acredito que é uma das mais importantes, ainda que fruto da soma das atitudes anteriores. A CONVERSÃO. Que nada mais é do que nossa capacidade de transmutar; transformar uma coisa em outra. Alterar um caminho, sentido, direção. A conversão é essencial para aqueles momentos em que nos deparamos com as dificuldades e os sentimentos aflorados por elas podem nos fazer pôr todo nosso planejamento por água abaixo.

Quando algo não sai como o esperado, quando nos frustramos , é natural acionarmos os sentimentos instintivos de raiva ou tristeza. O problema é que eles costumam nos conduzir a atitudes prejudiciais, ao outro, mas principalmente a nós mesmos. No afã de sairmos desses sentimentos, buscamos a compensação; seja em ações de vingança ou de indenização ao mal estar sentido. O que invariavelmente, depois, nos traz arrependimento.




Uns dias atrás, eu mesma experimentei uma grande frustração e consequente tristeza. E meu primeiro impulso para não sentir ou mascarar momentaneamente essa dor foi me permitir um prazer instantâneo. Pensei em comer doces ou até mesmo beber um pouco de refrigerante – hábito que aboli neste ano. Por sorte, travei antes. Minha racionalidade gritou: “Pera aí. Além de triste pelo o que outro te fez, tu vai te sabotar ainda mais, te afastando de teu objetivo de emagrecer e ter uma vida saudável?” Ufa! Bendita razão me fazendo aterrisar. O que fiz então? Fui pra academia e canalizei toda a energia negativa em prol de mim mesma, convertendo-a para o meu bem. Coloquei peso extra em todos os aparelhos e fiz meus exercícios movida pela força de quem queria superar aqueles sentimentos ruins. No final, saí feliz comigo; pela sábia escolha e por ter vencido limites da minha mente e corpo. O que o outro fez de errado comigo? Problema, escolha e caminhada dele! Ou seja, eu transmutei, eu converti o mal que me fizeram para o meu próprio bem.

Quando queremos virar o jogo, mudar de vida, as provas serão árduas e por diversas vezes encontraremos obstáculos. Eu vejo isso como uma prova de Deus ou do Universo com a gente mesmo: É isso que tu desejas? Estás certa disso? Converter a força de experiências negativas em atitudes construtivas eleva nosso autoconhecimento, autoestima e nos aproxima cada vez mais de nossos objetivos de vida. 


Pedras podem virar preciosos diamantes. Esse é meu desejo e meu convite para essa nova semana que vai começar. 

Um beijo,
Cláudia

domingo, 4 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo - Positividade

Certo. Tu queres mudar os rumos da tua vida. Já ACEITOU essa necessidade e começou a PLANEJAR como torná-la efetiva. E agora? A terceira atitude para virar o jogo (a primeira e a segunda estão disponíveis aqui e aqui), parece óbvia, mas é uma das mais difíceis delas. Manter o PENSAMENTO POSITIVO. E calma, não vem me olhar torto. Dispa-te dos teus preconceitos.

Pensar positivo não tem nada de esoterismo. É atitude prática e árduo exercício para quem se determina a chegar aonde deseja. Quando pensamos positivo, ativamos um mecanismo cerebral que aciona em nossos neurotransmissores mensagens de motivação, capacidade e realização, as quais alimentam nosso cérebro. É fato: pessoas negativas, desmotivadas e que não acreditam em si, não têm como conquistar nada.

Teóricos da física quântica, da psicologia e neurolinguistas defendem que o pensamento positivo aumenta nossa criatividade, aprendizado e memória. Estudos médicos indicam que pessoas positivas têm melhor saúde física e mental, sofrem menos de stress. O pensamento positivo não age sozinho, mas tem a capacidade de impulsionar nosso comportamento. No entanto repito: é um exercício diário que se aprende. Nos piores dias, é desafiador manter o otimismo. Mas certamente olhar com descrédito para nossa vida, não nos fará sair de uma situação ruim.


Na minha palestra para famílias com crianças com deficiência, onde partilho de minha experiência, a positividade tem lugar de destaque. De tudo que já vivi, acredito piamente que ver a metade cheia do copo é a chave para a gente saborear o melhor da vida. Durante anos eu vivi no padrão do vitimismo, de que só me aconteciam coisas ruins. Quando mudei essa percepção e comecei a valorar as coisas boas, passei a entender que nenhum de nós é vítima. Somos todos autores de nossa própria história. Se certamente existem os desafios, mais certo ainda é que podemos sempre escolher como reagir a eles. Temos essa escolha, esse poder. Tomar essa consciência é transformador. Sim, tu podes tudo. Principalmente escolher como levar a própria vida – e para onde. Um dia, adolescente ainda, li uma frase que me marcou e hoje me guia: é muito mais generoso rir do que chorar.  

Para a semana que está começando, desejo que tu consigas genuinamente ver o melhor de cada situação vivida e imprimir o teu riso o máximo possível. Não há virada de mesa mais gratificante.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 28 de maio de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Planejamento

Então, um belo dia, tu te dá conta que está num lugar ou situação que te desgrada, que não te serve mais e decide mudar. Mas, por onde? Continuando a série de 5 atitudes para virar o jogo (o primeiro texto, a primeira atitude, tu encontras aqui), hoje quero falar de PLANEJAMENTO.


Já dizia Sêneca: “Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde deseja ir”. Ok, tu já consegues identificar que queres mudar. Mas mudar em quê? Para onde? Como? Crie um mapa de como sair e de onde chegar. Isso te dá clareza para traçar o passo a passo da mudança. Ainda que, num primeiro momento, essa mudança te pareça quase impossível. Visualize onde, em que status desejas chegar. E quais atitudes são necessárias para isso possa acontecer. Existe alguém que possa te apoiar? E o que já pode começar agora, por ti?

Lista todas essas coisas, coloca prazos. E ainda que inicialmente pareça difícil cumpri-los, a partir do momento em que eles estão materializados aos teus olhos, teu cérebro vai começar a te impulsionar às atitudes necessárias para que saiam do papel e se transformem em tua nova realidade.

Buscar terapia, fazer um curso, ler um livro, comprar roupas novas, criar um novo círculo de amizades, encontrar prazer numa nova atividade, pedir ajuda, mudar pequenos hábitos cotidianos. Infinitos são os caminhos que podem te levar a virar o jogo e te aproximar cada vez mais da tua felicidade desejada.

Amanhã a gente inicia uma nova semana. E tu, já tens planejado o que vai fazer para ela ser incrível? Ou, parafraseando o clássico filme, o primeiro dia do resto de uma vida mais feliz. Começa agora, começa por ti. E aí, o jogo já começa a virar a teu favor, tenho certeza.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 21 de maio de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Aceitação

Todos nós vivemos, em algum momento de nossas vidas, uma situação que nos desafia, oprime, faz infeliz. Ou simplesmente não nos serve mais. E aí, a única porta de saída passa por uma guinada total. Mas, na grande maioria das vezes, a gente não se acha capacitado para virar o jogo. O medo, o comodismo, crenças limitantes insistem em nos deixar patinando no mesmo lugar. O que precisamos ter em mente é que nosso destino, onde vamos chegar, o que vamos conquistar, depende quase que exclusivamente de nós. Pensando nisso, resolvi compartilhar aqui 5 atitudes para virar o jogo.

Por mais contraditório que possa parecer, a primeira atitude para sair completamente de onde estamos e não nos agrada mais é a ACEITAÇÃO. Como assim? Mas se eu aceito, a tendência não é justamente me manter inerte? Atenção: a leitura não é essa. Não falo de conformismo. Falo de aceitação. A negação faz com que a gente fique se debatendo e afundando num lodo sem fim de autopiedade. Nos faz não acreditar que determinada situação é realmente verdadeira. E aí, como reagimos a algo que não acreditamos que está acontecendo? A negação também pode nos causar raiva, que muito facilmente nos coloca no papel de vítimas de um destino injusto. Se somos vítimas, não temos o poder de transmutar o que nos incomoda. Essa equação de negação e raiva tem grandes chances de levar a um estado de depressão, onde aí realmente não nos acreditamos mais capazes de superar o que quer que seja.


A aceitação, pelo contrário, é a reação! É entender que as dificuldades acontecem para todos e eu tenho o poder de decidir como vou reagir a elas. Carl Rogers foi um psicólogo norte-americano que revolucionou a psicologia até então tradicional, que antes acreditava que todo ser humano tem um quê de doente em sua psiquê. Rogers defendia que a natureza humana é a saúde integral e que todos têm em si a capacidade de cura e o potencial de crescimento. É dele uma frase que gosto muito que diz: “Curioso paradoxo: quando me aceito como sou, posso então mudar”.

Quando aceito o que vivo, começo a buscar o lado positivo daquilo. E entendo que tenho forças para reagir, para transmutar e crescer.

Para a semana que está começando, desejo que tu possas aceitar teus desafios de coração. E fazer deles, pontes para teu merecido crescimento.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 14 de maio de 2017

Menos um ou mais um?

Essa semana, voltando pra casa, final do dia, ônibus cheio, vejo uma amiga se despedindo da outra: “Menos um dia! Graças a Deus, logo já é sexta-feira”. Na hora pensei: que triste. Lamentar o dia vivido, descartando-o como menos um. Ansiar por um futuro que ainda não chegou. E tão comumente ouvimos e até mesmo pensamos isso.

Penso que quem conta os dias “para trás”, como “menos um”, são pessoas que estão sem projetos a buscar, sem objetivos a conquistar. Repito: triste. Coisa boa é termos a gratidão pela oportunidade do que foi vivido hoje, esperando com alegria a nova oportunidade que o amanhã pode nos trazer. Hoje, não foi menos um dia para esperar aquele que me parece ideal – no caso das passageiras do ônibus, o famoso final de semana. Hoje foi mais um dia em que pude viver, trabalhar, me alimentar, respirar e sonhar. Amanhã, não é um dia a menos para um futuro incerto, mas um dia a mais para construir o futuro que desejo!


Mudar nosso mindset, nossa forma de pensar, agir, reagir e ver as coisas ao nosso redor não é um modo Poliana de se viver. Nada na vida é absoluto, e sim tal como um caleidoscópio. É o nosso movimento que permite mudar as cores refletidas e escolher as que nos agradam mais, as que nos fazem mais felizes.

Amanhã começamos uma nova semana. Qual a tua escolha: contar os dias que faltam para o próximo final de semana? Ou agradecer, e principalmente, usar cada novo dia como mais uma incrível e única oportunidade de conquistar tudo o que tu desejas? Teus sonhos e felicidade não merecem esperar um dia a menos para acontecer, merecem é sempre, a cada dia, uma chance a mais para se realizarem. Vamos juntos?

Uma semana linda a vocês.
Um beijo.

Cláudia

domingo, 30 de abril de 2017

Qual é a tua palavra?

No filme Comer, Rezar, Amar, a personagem interpretada pela atriz Julia Roberts, em viagem com amigos, está em busca da “sua palavra”. Segundo a brincadeira entre eles, cada cidade e pessoa pode ser definida por uma palavra. A personagem de Julia não tinha a sua palavra. Na verdade, o filme versa sobre uma viagem mais profunda e menos visível: a do autoconhecimento. 

O filme muito me tocou, pois retrata essa fase especial de minha vida. A ressignificação da minha relação com a comida, a busca do fortalecimento da espiritualidade e o desejo de seguir acreditando no amor, apesar de um histórico de decepção. Estou viajando para dentro de mim, para refletir sobre esses aspectos tão fundamentais de quem sou ou quem quero ser. O filme me instigou ainda mais a buscar: qual é a minha palavra?


Instintivamente, pensei na palavra coragem. Que coragem é necessária para investir no autoconhecimento. E como o Universo é fantástico, lembrei de um recente workshop que participei, sobre Programação Neurolinguística . Numa das atividades, eu tinha que listar aquelas que considerava as 5 principais conquistas da minha vida. Em seguida, relacionar os 5 valores mais importantes pra mim. E por fim, relacionar as conquistas com os valores. Pois EM TODAS as conquistas, eu fiz uso da CORAGEM.

Essa redescoberta, a tomada de consciência do quão já fui corajosa em minha vida e continuo sendo, me foi incentivadora. Ao mesmo tempo, reforça a responsabilidade: é tudo comigo! Sou eu a única responsável por tudo que conquistei até hoje, pelo que ainda vou conquistar.

A “nossa palavra” é um valor, uma característica que nos define. Quem somos. Como reagimos. Qual o nosso caminho. Inspirada pelo filme – agora, vou ler o livro -, acredito que conhecer nossa palavra é conhecer o segredo de lidar com os dissabores da vida e desfrutar de suas delícias. 

Para a semana que vai começar, desejo que tu te permitas fazer essa incrível viagem para dentro de ti. Acessa tuas memórias, ouve teus sentimentos. E que possas encontrar a tua palavra, aquela que vai te guiar rumo aos caminhos mais felizes e de realização. E daí, qualquer lugar do mundo, será teu.

Linda semana!
Um beijo,
Cláudia

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Razão X Emoção: quem ganha o duelo?

Nas escolhas da vida, um dilema comum: Agir com a razão, pesando prós, contras e racionalizando ao máximo nossa decisão? Ou deixar-se levar pelas emoções envolvidas, permitindo a nosso coração dar a batida final do martelo?

A razão serve para trazer o máximo de assertividade. A razão traça metas, cria estratégias, foca num objetivo. Calcula, pondera, projeta, estima. Busca aferir elementos palpáveis para que nossas decisões ou atitudes nos sejam as mais benéficas possíveis.

A emoção comanda nossos movimentos. Nos impulsiona no ímpeto, na paixão, na visceralidade. Ou nos trava, no medo, na insegurança, nos traumas. Mas permite ao nosso coração sentir aquele frio na barriga, suor nas mãos e batidas descompassadas no peito que tornam inesquecíveis os momentos por ela comandados.

O outro lado da moeda: a racionalidade excessiva pode nos privar justamente de viver emoções incríveis e únicas. Emotividade em demasia pode nos conduzir em barcas furadas, em atitudes intempestivas, em dramas desnecessários. Quantas vezes nos pegamos querendo fazer algo e nossa emoção de medo nos travando? Ou sabendo, racionalmente, qual o “caminho certo” e nosso coração nos puxando para outro?

Então, qual o ponto de equilíbrio? Eu diria que passa pelo autoconhecimento, para distinguir em quais momentos cada um deve prevalecer. E na carona do autoconhecimento, a conexão com nossa intuição. Como quase tudo na vida, não há receita de bolo pronto.  A neurociência tem derrubado o mito de que é a racionalidade que diferencia os humanos de outros seres. A conclusão é a de que um cérebro que não consegue sentir, não sabe decidir. Daí o reconhecimento do termo inteligência emocional. O caminho é trabalhar com ambos, pois ambos fazem parte de nós. Aprender a prever a conseqüência de nossas escolhas e nos responsabilizarmos por elas. Analisar nossos sentimentos e expressá-los na forma de autoconfiança e coragem. Certeza nunca teremos, pois cada momento de decisão é único e tentar tirar dele o frio na barriga é, talvez, tirar o tempero da vida.


(O tema de hoje me foi proposto por uma leitora do Meus Frutos. Quer ver abordado aqui algum assunto específico? Escreve pra mim: claudiapalestrante@gmail.com)

domingo, 16 de abril de 2017

A simplicidade e o bem que habita em nós

Da minha infância trago lembranças bem difíceis. Mas, todo ano, a Páscoa me traz as mais ternas e significativas memórias. Já vivíamos em casas e famílias separadas, eu e meu irmão, 4 anos mais novo. Mas na Páscoa – como na verdade em todos os finais de semana – eu vinha de Porto Alegre a Canoas, ficar com eles. Nossa Páscoa era feita de poucas e simples guloseimas: alguns mandolates, algumas balinhas do armazém, algum raro chocolate, nunca de boa marca, pois minha mãe não tinha condições de comprar. Não tínhamos sequer cestos. Mas não era importante. Todo sábado de Aleluia, nossa diversão era improvisar nossos ninhos. Normalmente tampas de caixas de sapato com papéis rasgados com nossas infantis mãozinhas, para acolher o que o Coelho nos trouxesse. Sempre às colocávamos embaixo da pequena mesa da cozinha. E íamos dormir esperançosos.

O domingo sempre era de alegria. Pois o Coelho vinha. As guloseimas se espalhavam em nossos ninhos tão humildes. E passávamos o restante da Páscoa trocando os doces – “prova esse, mana, é gostoso!” -  e nos deliciando. Tenho a mais profunda saudade e gratidão por essas lembranças.

Normalmente nas datas mais significativas do calendário, como a Páscoa, o Natal, o Ano Novo, nós usamos de todas as atuais ferramentas da tecnologia disponível para desejar o bem ao nosso próximo, para emanar energias de amor, de fraternidade, de esperança. Porque, eu acredito, somos essencialmente bons. Desejamos o bem uns aos outros.

Essas lembranças com meu irmão também me remeteram ao quanto podemos ser gratos e tocados por momentos de absoluta simplicidade. Me lembrou da capacidade que temos de ser feliz mesmo em situações tão adversas – e naqueles anos, nossa realidade era bastante árdua. Mas sabe? Nosso foco era justamente ser feliz, independente da situação. Não tinha ninho, a gente fazia. Não tinha chocolate, saboreávamos as balas! Não tinha fartura? Aí depende do ponto de vista. Amor e esperança, tinha pra dar e vender.


Prontos para começar uma nova semana, vamos levar essa vibe com a gente? De desejar o bem, de manifestar o nosso melhor? Mais do que isso: vamos ser felizes com a simplicidade, gratos ao que temos agora? O que é simples hoje, pode se tornar parte de suas melhores lembranças amanhã. Vai por mim.

Linda semana a vocês.
Um beijo,
Cláudia

terça-feira, 11 de abril de 2017

A culpa não é nossa!

Não é preciso assistir Big Brother para saber do que todos falam hoje. Eu não assisto. Sei o nome dos personagens envolvidos pela repercussão. Mas, impossível não querer entrar lá e dar um abraço apertado na Emily, pois soube que ela chorou ontem, após a expulsão do seu namorado. Queria abraçá-la e dizer: Ei, tu não estás só. Mas, principalmente: TU NÃO TENS CULPA DE NADA. Posso falar com propriedade. Já vivi um relacionamento abusivo. E a gente custa a enxergar a violência e custa ainda mais a entender que a culpa não é nossa.

No começo, eu recebi um apelido “carinhoso” que me relacionava a uma baleia. Aceitei. Mas não, não era carinho. Depois, passei a usar somente roupas bem compridas para não exibir minhas pernas, pois ouvia que elas eram horríveis. Cortei meu cabelo, antes bem longo, e passei a usá-lo sempre preso num rabo de cavalo, afinal era “feio, de negra, cabelo ruim”. E eu não conseguia perceber que tudo isso era agressão, tudo isso era violência. Na verdade, só me caiu a ficha quando levei o primeiro tapa. Mas ela já existia há muito tempo.

Essa é uma conversa que, sempre que posso, tenho com outras mulheres. Tudo que te machuca – física e emocionalmente – e que te constrange é violência, portanto é crime. Ser subjugada como fui, era violência. Ter minhas conversas virtuais hackeadas, montadas e usadas contra mim, era violência. Ser coagida – de forma falsamente carinhosa – a esconder meu corpo, era violência. A agressão física foi só o auge do que eu permiti. Sim, eu permiti. E este é outro ponto: não me julguem porque, durante tanto tempo, eu me submeti a esse relacionamento. Só quem é mulher sabe os medos: sociais, culturais, financeiros, familiares. E esses medos, por vezes, nos dilaceram tanto quanto a dor da violência em si.

A esposa de Victor decidiu retirar a acusação e é julgada. A de José Mayer afirma que vai manter-se casada e é julgada. Emily é julgada – e pior, inclusive por ela mesma. Que distorção de valores! Não são elas que cometeram os crimes. Se elas ficam, se elas se culpam, ainda assim elas não são culpadas! São as vítimas! Uma noite, a Brigada Militar bateu em minha casa, devido a denúncias de meus vizinhos. Com tantos medos, fui até a porta e disse que estava tudo bem, ainda que meu semblante denunciasse o contrário. E as autoridades nada puderam fazer, afinal naquele momento foi a minha escolha.



Desses episódios todos, recentes, e de minha história pessoal fica a lição de que mulheres vítimas de violência precisam de colo, de amparo legal, de compreensão. Não de mais dedos acusatórios lhes sendo apontados. Precisamos que nós mesmas, mulheres, não julguemos umas às outras. Que a sociedade abra os olhos de que a violência não é o tapa, o puxão de cabelo, o empurrão. Ela sempre começa muito antes. E que nós NUNCA somos culpadas. Não é a nossa roupa, a nossa conduta, o que seja. É o desvio de caráter do agressor. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A arte do improviso

O post dessa semana estava prontinho, formatado. Mas eis que aconteceu um grande imprevisto: o netbook pifou. E dentro dele, todos os arquivos. Pra ajudar, o aplicativo do blog via celular também não está publicando os posts. Primeira reação: preocupação e vitimismo. Por que comigo? Por que justo domingo, dia do post fixo? Por quê? Segunda reação: acomodação. Ah, paciência, pulo essa postagem. Terceira reação: virada de mesa! E meu compromisso?! E o que me propus a fazer e desejo realizar?

Costumo dizer que a grande transformação que vivi foi romper com esse padrão de vitimismo e acomodação. Antes, quando algo não dava certo, eu achava que "não era pra ser". Depois, fui entendendo isso como um pedido de confirmação do Universo: "ah, tu queres mesmo? O quanto? Prove!"

Assim como cada dificuldade é uma oportunidade de superação, os imprevistos são excelentes oportunidades para colocarmos a criatividade à baila. Ou acionar nosso GPS mental. Não dá pra ir pelo caminho planejado?! Bora recalcular a rota! Sempre há por onde ir...

Então, no imprevisto do post inicialmente programado para o Meus Frutos, fica meu convite pra tua semana que vai começar: aceite os imprevistos, assim como as dificuldades, como oportunidades. Não desiste de realizar aquilo que tu desejas porque algo saiu fora do script. Vai pro plano B! Pro C, se for preciso! Porque o plano maior e inadiável é ser feliz.

Um beijo,
Cláudia

P.S. O post foi publicado no domingo, como de costume, no Instagram e na fanpage do Meus Frutos. No blog mesmo, só deu hoje. Mas, fica a lição e a leitura para quem nos segue. Gratidão!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Fique com quem acredita em ti

Na contramão das muitas (a maioria, na verdade) pessoas que me parabenizam ou dizem que se sentem motivadas a fazer o mesmo, referente à minha mudança de hábitos, tanto de alimentação quanto atividade física, existe um outro grupo: as que ironizam, as que dizem que isso é “fogo de palha” e que logo desistirei. As que insistem em mostrar fotos de comidas saborosas, mas com excesso de calorias e me marcar nas redes sociais. As que me criticam, dizendo que me tornei chata, monotemática. Isso me leva a uma reflexão que quero compartilhar hoje. Na verdade, os dois lados dessa moeda.

Primeiro, não seja essa pessoa que diminui o sonho, o objetivo do outro. O que tu ganhas ao fazer isso? Muito provavelmente somente a antipatia do teu interlocutor. Não julgue quão difícil é esta meta, o quanto te parece que a pessoa não tem o perfil de quem irá perseverar e alcançar o que se propôs – e seja lá qual for esse objetivo: emagrecimento, mudança profissional, relacionamentos, viagens... Não importa! Não gasta a tua energia desmotivando os projetos alheios. Usa ela (tua energia) direcionada ao teu crescimento, à tua evolução pessoal. Ao invés de destruir os sonhos alheios, constrói os teus! Cada um escolhe seus sonhos com base em tantas vivências particulares. E ainda que cada um tenha o direito de mudar de ideia e desistir no caminho, apenas não julgue.

E se tu és a pessoa cuja meta é pública e notória, não se deixe atingir por essas pessoas negativas. Te gruda no teu sonho e luta por ele todos os dias. Te fortalece em outras pessoas que te inspiram e te motivam. Esse é o grande segredo: dê crédito e importância somente àquelas que também acreditam em ti e no teu poder de realização. E, se por acaso, no caminho tu tropeçares ou mesmo falhar, levanta tua cabeça. Estás buscando fazer o melhor por ti, sem desejar o fracasso alheio. Isso é o que fazem as pessoas seguras de si e destinadas ao sucesso.



Como diz aquela famosa canção, eu sei o quanto eu caminhei pra chegar até aqui. Não me deixo mais atingir por energias negativas, mantenho a minha em alta. Me esforço todo dia para ser o tipo de pessoa que eu gostaria de conhecer. Tenho convicção que isso faz de mim um imã para boas oportunidades, pessoas, relacionamentos e uma vida feliz. Vamos juntos?

domingo, 26 de março de 2017

A quem tu és inspiração?

Nesta minha nova fase de mudança de hábitos alimentares e atividade física, muitas pessoas têm me procurado para pedir receitas, dicas de como me sinto, mas principalmente para conversar, sobre como desejam mais cuidar de si e não sabem por onde começar. E generosamente usam uma palavra que acho linda: “tu tens sido minha INSPIRAÇÃO”.

Algum tempo atrás, eu veria como exagero este reconhecimento. A vida me ensinou que não. Muitas são as pessoas de meu convívio que me inspiram. Pessoas “comuns”, mas com o dom de influenciar positivamente a vida alheia. O bom humor de um amigo frente a uma árdua rotina de trabalho, me inspira a levar meus dias com mais leveza e gratidão. Ver uma amiga crescendo profissionalmente me inspira a buscar meu lugar ao sol, indo atrás dos meus sonhos. Tenho uma amiga linda que me ensina sobre a saudável vaidade e me inspira a cuidar cada vez melhor de minha aparência.

Mas sabe o que é bacana? É saber que eu, para algumas pessoas, também sou fonte de inspiração. Isso representa a troca linda que é a vida. E eu te trago isso hoje, com o domingo já acabando e a nova semana batendo à nossa porta, pra te lembrar: certamente tu também és a inspiração para alguém. Com teu sorriso. Com tua inteligência. Com tua determinação. Tua força. Com alguma característica que às vezes, as asperezas da vida não te deixam enxergar. Então, seja grato, mas principalmente seja determinado em seguir teu caminho. Todos nós somos inspiração para alguém. E saber disso só aumenta nossa responsabilidade com nós mesmos: não podemos desistir!


Não desiste! Não desiste dos teus sonhos achando-os absurdos, não desiste da felicidade que por ora pode te parecer inatingível, não desiste da vida linda que está logo ali te aguardando, com todo o teu merecimento. Nossos medos, a auto sabotagem e muitas falsas crenças são o que nos limitam. Mas tu podes tudo! "Não desista. Alguém está se inspirando em você".

Te desejo uma semana produtiva, feliz e muito inspiradora.

Um beijo,

Cláudia

segunda-feira, 20 de março de 2017

O meu caderno

As palavras sempre me fascinaram. Curiosa em juntar letras e entender seu sentido, aprendi a ler aos 5 anos, antes de ingressar na escola. E já aos 10 devorava tudo que caía em minhas mãos. Especialmente, jornais. Ali me atraíam os anúncios publicitários, as crônicas e algumas matérias. Pauta variada. Mas, essencialmente, comportamento humano. Desde essa época, eu sonhava: quero escrever num jornal. Escolhi a faculdade de jornalismo, que no Ensino Médio se transformou em Publicidade e Propaganda. E este fascínio era tamanho que desde a mais tenra idade, eu recortava tudo o que me interessava nos jornais e colava num caderno. Selecionava tudo o que eu achava que mereciam ser lido, compreendido. Aprendido.

Em minha vida adulta, meu caderno virou tesouro. De minhas memórias afetivas. De predestinação. De manter (ou relembrar) o foco.

Entre duas mudanças, ele foi extraviado. Achei ele novamente esses dias, por acaso... Lembrei da jovem de 17 anos que foi prestar vestibular e a mãe queria que ela cursasse bioquímica, para seguir nos negócios da família. E esta mesma jovem teve a ousadia de seguir seu próprio caminho, buscando aquilo que lhe vibrava o coração – a faculdade de comunicação. Buscar seguir o meu destino me pareceu a forma mais bonita de honrar a história da minha família. Acho que o tempo tem provado que foi uma escolha acertada.

Reencontrar meu caderno em especial neste momento em que o Meus Frutos literalmente frutifica; em que enveredo pelo caminho das palestras, em que o sonho do livro voltou com força total... tem o significado de reencontrar a minha missão!

Um caderno amarelado pelos anos, para lembrar o quanto o sonho está vivo!

Acredito que este é o maior desafio da humanidade: encontrar e viver a sua missão! Quando tu encontras a tua missão, tu encontras na carona, a alegria, a prosperidade, os bons relacionamentos. O segredo não é procurar alcançar esses status; o segredo é encontrar a ti mesmo e essas coisas te alcançarão.

Para essa semana que começou, desejo que tu encontres “o caderno” da tua vida e ele te lembre da tua missão. Não precisa ser necessariamente algo material, mas que desperte aí dentro do peito, para o teu sonho, o teu propósito de vida. Porque aí sim, a vida fica bacana demais.

Um beijo,

Cláudia

domingo, 12 de março de 2017

Qual a força do teu querer?

Essa semana que passou, recebi uma lição da vida que gostaria de partilhar com vocês. A grande verdade é que o cotidiano está sempre nos ensinando algo; cabe a nós estarmos atentos e dispostos a aprender. Da lição que me veio, a lembrança mais reforçada: o poder do nosso querer.

Há algum tempo tenho feito cursos online gratuitos de assuntos que me interessam e que agregam aos meus atuais objetivos de vida. Entre minhas metas estabelecidas no roadmap, ainda no processo de Coaching, fazer mais cursos e workshops de formação. Ocorre que, por diversos fatores, ainda não consegui me organizar financeiramente para, as oportunidades ainda não casaram. Então, surgiu uma promoção via rede social. Num primeiro momento, pensei: é a minha chance! Depois, aquelas crenças limitantes, insistiram em tentar me sabotar: “ah, capaz”, “não vai dar, muita gente vai concorrer”. Mas, para o meu bem, não as escutei e me inscrevi. E ganhei!!!! Vou poder realizar este sonhado workshop - Mulher Atitude, com a hipnóloga e trainer em programação neurolinguística, Mileine Vargas - no fim deste mês!

Na vibe dessa boa sorte, resolvi me inscrever num outro evento, de cunho terapêutico. Relutante, num primeiro momento, compartilhei com uma amiga e ela me pergunta: “Estás com vergonha de quê? De ser feliz?”. E graças a suas palavras, tomei coragem, joguei a tal vergonha para o alto e me inscrevi. Porque é algo que quero muito, como o workshop.

Para os dois casos, vou realizar aquilo que desejo. Mas primeiro, tive que ter coragem para assumir que este meu querer era mais forte do que a vergonha, o medo ou a crença de que eu não conseguiria. Tive sorte no primeiro caso, de ganhar a promoção? Sim, tive. Mas ela só me agraciou porque tive atitude para me inscrever. Sorte não acompanha quem não sabe o que quer. Muito menos o sucesso.


Iniciando uma nova semana, eu te pergunto: Qual a força do teu querer? Ela é grande o suficiente para te fazer sair do lugar onde estás hoje? Resistente o bastante para vencer qualquer crença que te limita? Te digo: ela é exatamente do tamanho daquilo que queres alcançar! Ela apenas precisa ser liberta do teu peito, dos teus sonhos e ser colocada em prática. Como? Dando o primeiro passo. Do resto, o destino, tua vontade e, às vezes, a sorte se encarregam.

Te desejo uma semana repleta de imensas vontades e lindas realizações.
Um beijo.

Cláudia

quarta-feira, 8 de março de 2017

Mulher com letras maíusculas

Nasci mulher quando meu pai torcia por um primogênito macho. Ainda na primeira infância passei fome e conheci dentro de casa a violência doméstica. Cresci determinada a não repetir a história de infelicidade de minha mãe. Fui a primeira mulher de minha família a concluir o ensino superior. Quando iniciei minha vida profissional, em meu meio, predominava o sexo masculino. Casei, tive filhos e dilemas entre maternidade e profissão. A primeira venceu. Fui traída, oprimida e entrei para a estatística das mulheres que são agredidas mas têm medo de denunciar seu agressor. Ainda assim, fui julgada - inclusive por outras mulheres – como culpada, por não entender que homens são assim mesmo. Tive depressão profunda e não queria mais viver.

Mas, virei o jogo. Busquei forças em minhas entranhas e me resgatei. Com mais de 40 anos. Quando alguns já podiam – mais uma vez – me condenar. À velhice. Ao conformismo. Recomecei do zero, mas com dois filhos à tiracolo. Mais uma vez, comi o pão que o diabo amassou. Mas venci. Hoje sou mulher e mãe. Mulher e profissional em ascensão. Mulher e aprendiz. Ousada o suficiente para ainda explorar muitos caminhos novos. Independente, plena, positiva. Mulher e feliz.


Aceito as honrarias, aceito as flores. Me acho muito merecedora de todo o reconhecimento que a data permite, pois ainda somos queimadas em praça (e opinião) pública. Inclusive, por nós mesmas. Ainda somos destratadas na sociedade, humilhadas em relacionamentos abusivos, preteridas em vagas de emprego. E estamos aqui. Com a cara e a coragem para não aceitar mais isso. Sei que apesar de tudo o que passei, sou privilegiada. Honrei a caminhada de minhas ancestrais e a deixei um pouco mais leve para minhas descendentes. Deixo de legado, resiliência, garra, superação. Mas com alegria na alma, amor no coração e um sorriso no rosto. Porque sou MULHER.

domingo, 5 de março de 2017

Toalhas bordadas

Herdei de minha amada avó, lindas toalhas bordadas à mão. Desde a mais tenra idade lembro de ser encantada por elas. À medida que cresci, questionava por que ela não as usava no dia a dia, somente em ocasiões “especiais”. Tínhamos uma linda sala de jantar, mas as toalhas só eram usadas em datas festivas ou mediante uma importante visita. Adolescente rebelde, continuei questionando e argumentando : “Um dia tu vais partir, vó, e vais deixar as toalhas novinhas para outra pessoa usar”.

Essa pessoa fui eu.

E eu uso diariamente suas toalhas bordadas. Elas até destoam com a simplicidade da minha casa. Mas uso. São minhas memórias de amor a ela. E porque eu quero usar tudo de bom que a vida me permitir. Hoje sempre será uma ocasião especial se assim eu determinar e acreditar. Não temos o amanhã. Não sabemos dele.


Minha avó certamente era de uma geração com pensamento muito diferente da minha. Com todo o respeito que sua sabedoria merece, mas se tem algo que nós estamos aprendendo e incorporando mais rápido do que ela, é isto: a vida é o agora.

Meu convite pra tua reflexão ao começarmos mais uma semana é esse. Use tuas toalhas bordadas já, não adie mais. Inicia teu projeto sonhado. Toma aquela iniciativa, no trabalho, num relacionamento. Arrisca. Empreende. Não espera a ocasião especial idealizada. O hoje se tornará especial com tua intervenção, tua coragem, tua disposição em dar teu melhor agora. Aquela ideia que tens guardada aí na cachola, aquele sentimento não declarado, aquele planejamento engavetado... São tuas toalhas bordadas. Use-as agora. E enfeita tua vida de atitude!

Um beijo, ótima semana!
Cláudia

quarta-feira, 1 de março de 2017

A vida com menos peso

Dos meus 44 anos, lembro de ter sobrepeso em pelo menos 35 deles. Comida sempre me foi compensação. E a gordura se tornou uma proteção – um “não se aproxime”, para pessoas e as dores que elas poderiam me causar. O corpo mais equilibrado sempre vinha nos momentos mais felizes de minha vida.

Na última década, acumulei desgostos sobremaneira, que me tornei uma obesa mórbida. As pessoas me sugeriam cirurgias para conter a compulsão alimentar. Mas eu tinha consciência de que eu precisava, primeiro, resolver aqui dentro de mim todos os excessos e pesos condensados numa existência de mágoas, dores, traumas. Quando eu conseguisse, perder peso seria natural.

De 2013 para cá, uma reviravolta. Interna. Mas grandiosa. Terapias, treinamentos, autoconhecimento. E o enfrentamento de tantos fantasmas e crenças que me limitavam a uma vida pesada. Então vem uma perda de peso, gradual, natural – como eu previa. Porque decidi não carregar mais pesos desnecessários. Optei por não engolir nem armazenar sentimentos ou situações que não sei e nem faço questão de digerir. Entendi que não preciso de uma capa de gordura a me proteger das dores do mundo. As dores vêm. E posso dar conta delas na raça e na coragem. E então começo a ficar mais leve para a vida.


Meu manequim caiu do 54 para o 46. Passei de obesidade mórbida para severa. E aceitei que eu poderia ser assim e ser feliz, com meu corpo. Mas, incrível, vou escrever mais a fundo sobre isso, Carl Rogers disse: “Curioso paradoxo: quando me aceito como sou, posso então mudar”. E eu resolvi mudar mais. Eu, que em atendimentos mediúnicos, tenho dado muito o recado de que as pessoas podem escolher os pesos que carregam e muitos são absolutamente desnecessários. E desperto: os recados vem por mim, porque são também pra mim!

2013 - 2017

Tenho buscado minha contínua evolução. Por que então, não harmonizar e mostrar, sem medos, ao mundo, a transformação deste ser, que deixou de carregar tantas coisas “feias” consigo?Equilibrar a fachada com um interior que já não carrega mais pesos, nem na alma e no coração. Que não precisa mais se proteger e tem descoberto os melhores sabores da vida longe da comida. Este é meu desafio de agora. Hoje, sou uma obesa moderada. Mas leve por dentro... Aqui fora, em breve, hei de ser também!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Atitudes pra fazer acontecer (O teu ano já começou? Parte 2)

Meu último post teve um retorno super bacana dos leitores. Muito se sentiram motivados a começar AGORA o seu ano. Mas me perguntaram: tá, Cláudia, mas o que eu posso fazer de fato pra planejar e fazer o meu 2017 ser um ano produtivo?

Em primeiríssimo lugar: ATITUDE POSITIVA! Chega de negativas e de pretéritos imperfeitos. “Ah, não quero perder meu emprego”, “Eu não quero mais engordar”, “Eu queria comprar um carro”. É QUERO! Eu quero manter meu emprego! Eu quero emagrecer. Eu quero comprar um carro novo. Visualiza teus sonhos e projetos acontecendo! Programa teu cérebro de forma que teus neurônios tragam mais força às tuas ações. Ninguém conquista nada da vida quando só vibra na dificuldade, na impossibilidade.

ESTABELECER PRAZOS. Querer que as coisas aconteçam um dia, te deixa a possibilidade do infinito. Mas não temos todo esse tempo nesta vida. Então, bora determinar prazos. Estabeleça um cronograma, crie etapas, que podem ser pequenos passos – mesmo que sejam pequenos, mas que sejam cumpridos. E neste planejamento, sempre escolha alguma tarefa que tu podes fazer HOJE! Ontem, já não dá mais. Amanhã pode ser muito tempo.


Uma forma de se comprometer com aquilo que a gente se propõe a fazer é COMPARTILHAR, tornar público nossos objetivos. Além de ser uma forma muito bacana de agregar a torcida de amigos e das pessoas que nos querem bem, quando tornamos público nossos objetivos, isso nos motiva ainda mais a lutar por eles – afinal tem uma plateia que a gente não gostaria de decepcionar ou diante da qual não queremos passar a vergonha de ter desistido. Se existe um lado positivo para a vergonha, é nesta situação: quando ela nos impulsiona a não desistir.

Eu sou muito adepta também das LISTAS. Escrever, colocar no papel aquilo tudo que tu desejas. Criar uma clara visualização do teu sonho e listar todas as coisas boas que virão com a realização dele, porque isso te motiva. Ao mesmo tempo, listar as desvantagens, tudo o que tu vais perder, deixar de viver, caso o teu sonho fique no meio do caminho.


Procrastinar é adiar a tua felicidade! Se eu pudesse resumir a fórmula para começar agora – o que quer que seja –, numa única palavra, ela seria DETERMINAÇÃO. Determine exatamente aonde tu queres chegar. E não desiste enquanto não conseguir. 

Tenho certeza que tu vais chegar lá!
Um grande beijo,
Cláudia

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O teu ano já começou?

Em conversa com uma amiga, ela me diz que tem vários planos, mas que não conseguiu se mexer, pois parece que o ano ainda não começou. E essa é uma fala bem comum. Como o início vem tradicionalmente com o período de férias e veraneio, as pessoas vão deixando para depois. Ok, pausas são necessárias. Mas, iniciativa também. Quanto antes colocarmos em prática nossos objetivos, mais cedo nossas chances de alcançá-los.
De outro amigo, ouço o relato de um recrutador de RH, de pessoas à procura de emprego, mas que gostariam de iniciar somente após o Carnaval. Quase inacreditável, mas real. Independente da necessidade, tem muita gente esperando para começar depois das festas de Momo.

Por que temos essa mentalidade, de esperar todo mundo começar para também fazê-lo? Me arrisco a dizer que é justamente porque queremos fazer igual à maioria, seguir o fluxo. Porque acreditamos que não haverá retorno a nossas investidas, que será desperdício de energia. Será mesmo? Se desejamos resultados diferentes, superiores aos da média, não deveria ser justamente esse o motivador para nos fazer pensar – e principalmente – agir fora da caixa?

Particularmente, estou nadando contra a maré. Iniciei a reeducação alimentar junto com minhas férias, período tido como de “zero compromisso” e até mesmo de justificáveis orgias alimentares. Me matriculei na academia e estou iniciando minhas aulas já, antes do Carnaval, sim. Terminando de escrever uma palestra nova, mesmo que, muito provavelmente, ninguém a queira contratar de imediato.

Nossos planos, sonhos e metas precisam ter urgência de começar! Nossas realizações precisam ser prioridade! Se não forem a nós, a quem serão? Sair do lugar comum, dar o start na frente da maioria, certamente aumentam nossas chances de encontrar eco em respostas positivas de uma parcela que também pensa assim. O topo é lugar para poucos! E será para aqueles que já começaram a escalada!


Para a semana que está iniciando, este é meu convite, minha reflexão. Daqui até o Carnaval, ainda temos 9 dias! Infinitas oportunidades de dar certo, de começar projetos, de alinhavar parcerias. Não espera mais! Chega de procrastinação. Liga, agenda, programa, dá o primeiro passo. Tenho certeza que 2017 já está prontinho, esperando tuas novas atitudes de determinação e sucesso!

Boa semana! Um beijo.
Cláudia

domingo, 12 de fevereiro de 2017

O sonho que te escolheu

Essa semana fez um ano que recebi o convite para dar minha primeira palestra. Convite que me soou quase absurdo, quando recebido. Palestra? Detalhe que tornou o convite ainda mais inusitado: a palestra seria em São Paulo. Quem iria querer ouvir uma total desconhecida, pensei eu. Ainda que incrédula, aceitei o convite e escrevi a palestra em cerca de 20 minutos. Gostei do que tinha escrito. O resumo da ópera é que foi um sucesso e ali começou meu encontro com o que, hoje eu sei, é meu propósito de vida.

A lembrança deste marco inicial me fez lembrar de um vídeo motivacional que diz “Pessoas não escolhem os sonhos. Os sonhos escolhem as pessoas. Você tem coragem para agarrar o sonho que te escolheu?”. E aí pude entender isso na prática; o meu sonho me escolheu. E eu sigo agarradinha nele, acreditando que ele pode me levar muito longe, para lugares e situações muito felizes.

Todos nós temos sonhos. Mas só quem tem coragem de agarrá-los tem a possibilidade de realizá-los. Não dê ouvidos aos teus medos, dê asas aos teus sonhos. Esteja atento! Aquele “convite absurdo” pode ser teu sonho, batendo à tua porta, te convidando para ganhar o mundo! E quando ele te convidar, não o subestime, se ele te escolheu é porque sabe de tua capacidade de torná-lo real. Não o deixe ir embora; agarre-o com as duas mãos!




Celebro um ano como palestrante. Profissional? Talvez ainda não. Palestrante visceral, apaixonada. Hoje, entendedora do que vim fazer no mundo. E, sinceramente, são essas características que nos qualificam a executar o que quer que seja: paixão, entrega, entendimento, conexão com seu propósito.

Para a semana que vai começar, te devolvo a pergunta do vídeo: Tens coragem de agarrar o sonho que te escolheu? Torço demais para que sim!

Um beijo, ótima semana!´

Cláudia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Mudança de hábito

Para 2017, estou criando uma nova Cláudia. Baseada numa que teve alguns mal estares em 2016, como baixa imunidade e fraqueza muscular, e achava que o problema podia ser seu emocional fragilizado. Um check up médico no final do ano mostrou que não, é físico mesmo. Basicamente, má alimentação. Ou alimentação errada. Anemia, déficit de vitaminas e vários níveis sanguíneos em situação limítrofe. Como é de meu padrão comportamental, num primeiro momento, fiquei triste. Mas depois, busquei a reação: vou virar o jogo. Mais uma vez. Também com minha saúde física, a exemplo do que já fiz com a mental. Vamos fazer o serviço completo!

E como o que tanto prego, resolvi não esperar mais! Comecei em plenas férias, época de tradicionais exageros ou desleixos. Comecei por conta, usando o que sei de certo e errado. Aboli o refrigerante, assumidamente, meu vício. Tentei priorizar as saladas, frutas no lugar do doce, açaí no lugar do buffet de sorvetes. Sem radicalismos, afinal eram férias; e porque, principalmente, não estou de dieta - quero mudar hábitos. Para sempre. Então é um dia de cada vez.

Na volta das férias, já em casa, as roupas começaram a dar indícios de que estamos no rumo certo. Me aproximei da balança, antes inimiga mortal, e conferi: quatro quilos a menos. Mais ânimo! É só o início!

Quero saúde. Quero uma velhice de qualidade. Quero vida longa! Por mim e por meus guris. Por meus sonhos e projetos. Então, agora a coisa ficou séria e estou com acompanhamento nutricional e suplementação de vitaminas. O próximo passo, é iniciar uma atividade física regular nos próximos dias. 


Tenho medo de não dar conta. "Então, vai com medo mesmo!". Conseguirei manter o foco em mais uma meta? Sim! "Eu conseguirei". Junto todos os aprendizados da vida para me lembrar quem "eu sou" e do quanto sou capaz.


Vou aos poucos, descobrindo o prazer de perder tempo, preparando comidinhas saudáveis só pra mim. Me sinto meio criança aprendendo uma coisa nova, meio bruxinha, misturando ingredientes e criando combinações para criar um atrativo e saudável cardápio. Fico feliz por estar me cuidando, me olhando com este carinho. Sempre gostei de cozinhar e concordo quando dizem que é uma forma de amor. Pois então, estou me amando muito. E que dure para sempre este amor!